Destinar todas suas finanças à criação
dos filhos esperando que eles retribuam isso futuramente, sem dar importância
aos seus investimentos, é um erro crasso. É a mesma coisa que colocar todos os
ovos numa cesta só, um dos maiores equívocos de qualquer planejamento
financeiro.
Renato Roizenblit comenta que muitos
pais observam os filhos “despontando” na carreira hoje e por isso acham que
eles vão lhe ajudar em 20 ou 30 anos. “De fato a grandíssima maioria dos filhos
ajuda o pai, mas a relação familiar muda quando isso acontece. Até lá os filhos
já terão seu próprio núcleo familiar e precisarão sustentar sua família”,
afirma Roizenblit.
Apesar de muitos contarem com isso, é
mais difícil do que se pensa reduzir os gastos na aposentadoria. Segundo
Roizenblit, basicamente, o que é possível diminuir são os gastos com os filhos
quando eles se tornam independentes. “A partir do 59 anos o plano de saúde fica
bem mais caro, o uso de remédios torna-se recorrente e, como sobra muito tempo
livre, há mais necessidade de preencher o tempo e o item que preenche o tempo é
o lazer, que gera custos”, diz.
Crer que o plano de saúde cobrirá todos
os gastos também é um grande equívoco. De fato, ele sustenta uma parcela
importante das despesas, mas, ainda assim, muitos gastos ficam de fora da
cobertura. Despesas com remédio, enfermeiros e cuidadores são alguns dos
exemplos de gastos que precisam ser pagos por conta própria e que podem ter um
impacto considerável no orçamento
do aposentado.
Manter o mesmo estilo de vida depois da aposentadoria requer
planejamento e uma boa orientação quando chega a hora de se aposentar. Fale
conosco se você precisa aposentar-se, rever sua aposentadoria e/ou mesmo se
deseja desaposentar-se.
Fonte Site Exame.com

Nenhum comentário:
Postar um comentário